Na tentativa de aliviar a demanda, a prefeitura aluga cinquenta leitos na rede particular. Isso ajuda, mas pouco. Os pacientes se amontoam no hall de entrada do hospital.
Na falta de médicos e enfermeiros, os doentes são ajudados pelos acompanhantes. Na enfermaria, as camas são enferrujadas. “Fazemos o que está ao nosso alcance, mas às vezes acontece de o paciente morrer na fila de espera”, diz o prefeito Sebastião Madeira (PSDB). “Além da sobrecarga do sistema, recebemos mensalmente apenas 6,5 milhões do governo federal, mas gastamos no mínimo o dobro com a rede de saúde do município”.
A 500 quilômetros dali, em Matões do Norte, o hospital da cidade está pronto desde 2011. Apesar de já ter camas e colchões novos, não recebe nenhum paciente. O hospital faz parte do programa Saúde é Vida, da governadora Roseana Sarney (PMDB).
Motivo: hospitais como o de Matões foram construídos para ser instituições municipais, mas faltou combinar com os prefeitos.
Com certeza o atendimento no Socorrão é precário. Tive a infeliz oportunidade de ser internado lá. Moro em São Paulo e me acidentei na localidade. Além da demora no atendimento, tive fraturas de acetábulo e joelho não diagnosticado pela equipe médica do hospital.
ResponderExcluirPor sorte contei coma solidariedade dos acompanhantes dos pacientes que me ajudaram muito.
Fiquei 10 dias internado e mais 20 dias na casa alugada pela empresa que trabalho com o joelho tracionado.
Só descobriu minhas fraturas quando cheguei em São Paulo e procurei atendimento onde me internaram no mesmo momento.
Diante desse fato, foi realizada cirurgia em meu joelho porém a cirurgia de acetábulo não foi realizada devido ao tempo de fratura onde havia passado quase 40 dias.