Assim que se apresentou, no início da semana, o oficial já protocolou na junta médica um atestado, para provar que estava cuidando do pai, enfermo, e não foragido.
O documento foi avaliado pela junta e, depois, pelo próprio comandante da PM, que o considerou autêntico e liberou o subordinado para continuar acompanhando o tratamento do parente. A licença é de 30 dias.
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