segunda-feira, 1 de abril de 2013

Cantor de brega Evaldo Cardoso é encontrado morto em Maracaçumé-MA



                               

Corpo foi encontrado em estado de decomposição avançado.
Evaldo ficou conhecido com a música "Caminhoneiro do Amor".




O que teria causado a morte do cantor Evaldo Cardoso? As investigações continuam e a principal suspeita ainda está relacionada ao uso abusivo de bebidas alcoólicas. O cantor teria entrado em estado de coma alcoólico e, sozinho em casa, não resistiu. Outra hipótese da causa da morte é uma suposta afirmação de familiares da vítima sobre sinais de agressão na cabeça do seresteiro, mas a informação ainda não foi confirmada.
  
Evaldo Cardoso tinha pouco mais de 40 anos e cantava em serestas. Ele ficou conhecido em todo o estado do Maranhão e, em seguida, estourou em todo o Brasil com a música "Caminhoneiro do Amor". 

O seresteiro estava desaparecido desde a última quinta-feira (28) Policiais militares encontraram o corpo do cantor dentro da residência dele, localizada no município de Maracaçumé, interior do estado do Maranhão, na manhã deste domingo, 31. 

Multidão companha o trabalho de remoção do corpo  do cantor, em Maracaçumé (Foto:M News!)
Vizinhos da vítima acionaram a polícia para que esta verificasse o que causava um forte mau cheiro que vinha da casa de Evaldo. Ao entrar na residência, os policiais encontraram o corpo do cantor já em avançado estado de decomposição.

A morte de Evaldo Cardoso causou muita comoção na cidade de Maracaçumé e em toda a região.



Os países do BRICS estão demonstrando o poder e a força que vem de suas economias




A denominação que começou como uma sigla tem ganhado forma no mundo da política e dos negócios. O acrônimo BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – criado em 2001 pelo economista Jim O’Neill, do banco de investimento Goldman Sachs, conseguiu se firmar como uma alternativa do mundo emergente diante da crise que atinge a Europa e os Estados Unidos.  A reunião de cúpula dos BRICS em Durban, na África do Sul, a quinta do bloco, realizada recente, apesar de atrasos e muita desorganização foi muito importante para as economias desses países.
Entre as várias definições realizadas no encontro, dois acordos assinados em Durban são muito importantes. Em um dele cria um banco de investimento e em entro cria um fundo de reservas. Somente com esses dois acordos mostra-se que o bloco está disposto a mostrar disposição de fortalecer o grupo contra eventuais problemas mais sérios na economia dos países ricos. Os cinco principais países emergentes querem estreitar laços e criarem mecanismos de apoio e sustentação mútuos em eventuais crises financeiras que afetem de forma substancial a economia mundial.
Muito embora tenham disparidades em termos de coesão política, nível econômico e cultural, os cinco países formam um grupo muito representativo em termos de poderio econômico. Eles juntos tem a possibilidade real de incomodar o mundo todo, incluindo todas as outras potências mundiais. Somando os cinco países, eles possuem uma população de 2,9 bilhões de pessoas, ou 42% do total da população mundial, e foram responsáveis por 21% do PIB mundial em 2012, com um PIB total de US$ 15 trilhões. 
Além disso, o comércio entre os BRICS alcançou US$ 282 bilhões no ano passado, valor que corresponde a dez vezes do que era negociado em 2002. A previsão é que nos próximos dois anos o comércio entre os cinco países deve ser superior a US$ 500 bilhões. Toda essa relevância econômica, no entanto, ainda não tinha sido colocada em prática. Daí a importância da cúpula sul-africana que entra para a história como o momento em que se decidiu criar um banco de desenvolvimento do grupo. O formato do banco ainda está em negociação, mas a intenção é criar um instrumento para apoiar a atuação de empresas dos BRICS em projetos de infraestrutura em outros países. Na verdade, a idéia é criar um banco nos mesmos moldes do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Os detalhes serão desse novo banco serão definidos somente na próxima reunião de ministros da Fazenda do grupo de países, que será realizada durante a cúpula do G20, em setembro, em São Petersburgo, na Rússia. A proposta apresentada na cúpula previa a dominância da China, com 41% das reservas. Brasil, Rússia e Índia teriam 18% cada um e a África do Sul 5%. Esses recursos representam mais que uma nova linha de defesa contra crises econômicas, constitui-se, na verdade, também em uma declaração política do grupo e, mais que isso, uma demonstração de força e poder do grupo.

Os médicos devem ser a favor da vida, não contra


Por Carlos Alberto Di Franco é doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, diretor do departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS).
 Título forte, polêmico? Não, caro leitor. É a expressão concreta do sentimento de milhões de brasileiros diante de recente proposta feita pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para a liberação do aborto até a 12.ª semana de gestação. O presidente do CFM, Roberto D’Ávila, na defesa de uma decisão que está em rota de colisão com a ética médica, esgrime argumentos que não param em pé: “Vivemos em um Estado laico. Seria ótimo que as decisões fossem adotadas de acordo com o que a sociedade quer e não como o que alguns grupos permitem”. A estratégia de empurrar os defensores da vida para o córner do fundamentalismo religioso já não cola.
Um embrião e um feto (e querem promover o aborto no terceiro mês da gravidez) são também pessoas, tanto do ponto de vista científico como filosófico. É falsa a afirmação de que o feto faz parte do corpo da mãe e que a mãe pode abortar por ter direito sobre o seu próprio corpo. Na verdade, a mãe é a hospedeira, protetora e nutriz de um novo ser diferente dela, um outro indivíduo. Biologicamente, o ser que está aconchegado no seio da mãe é idêntico ao que estará sentado no seu colo com 3 meses ou à mesa com ela quando tiver 15, 20 ou 50 anos de idade. O embrião é distinto de qualquer célula do pai ou da mãe; em sua estrutura genética, é “humano”, não um simples amontoado de células caóticas; e é um organismo completo, ainda que imaturo, que – se for protegido maternalmente de doenças e violência – se desenvolverá até o estágio maduro de um ser humano.
Aprovar a autorização legal para abortar, como bem comentam os filósofos Robert P. George e Christopher Tollefsen em seu livro Embryo: a Defense of Human Life, é dar licença para matar uma certa classe de seres humanos como meio de beneficiar outros. Defender os direitos de um feto é a mesma coisa que defender uma pessoa contra uma injusta discriminação – a discriminação dos que pensam que há alguns seres humanos que devem ser sacrificados por um bem maior. Aí está exatamente o cerne da questão, que nada tem que ver com princípios religiosos nem com a eventual crença na existência da alma.
Hoje o que está sendo questionado não é tanto a realidade biológica, inegável, a que acabo de me referir, é coisa muito mais séria: o próprio conceito de “humano” ou de “pessoa”. Trata-se, portanto, de uma pergunta de caráter filosófico e jurídico: quando se pode afirmar de um embrião ou de um feto que é propriamente humano e, portanto, detentor de direitos, a começar pelo direito à vida?
O desencontro das respostas científicas – evidente – acaba deixando a questão sem um inequívoco suporte da ciência. Fala-se de tantos dias, de tantos meses de gravidez… E se chega até a afirmar, como já foi feito entre nós, que só somos seres humanos quando temos autoconsciência. Antes disso, só material descartável ou útil para laboratório. Mas será que um bebê de 2 meses ou de 2 anos tem “autoconsciência”?
Perante essa perplexidade, é lógico que se acabe optando pelo juridicismo. Cada vez mais, cientistas e juristas vêm afirmando que quem deve decidir o momento em que começamos a ser humanos e, em consequência, a ter direito inviolável à vida é a lei de cada país. E é isto que querem fazer: embutir o aborto na reforma do Código Penal. Ora, essas leis, por pouca informação que se tenha, variam de um país para outro e dependem apenas – única e exclusivamente – de acordos, do consenso a que chegarem os legisladores. Em muitos casos, mais que uma questão de princípios, decidir-se-á por uma questão de pressões, ou por complexos comparativos, isto é, pelo argumento de que não podemos ficar atrás dos critérios legais seguidos pelos países desenvolvidos. Mas nem pressões nem complexos parecem valores válidos para decidir sobre vidas humanas.
Quanto ao “consenso por interesse”, é útil recordar que fruto dele foi a legislação que durante séculos definiu uma raça ou um povo como legalmente infra-humanos e, portanto, podendo ser espoliados de direitos e tratados como “coisas”, também para benéficas experiências científicas: caso do apartheid dos negros na África do Sul e dos judeus aviltados e trucidados pela soberania “democrática” nazista.
O juridicismo, hoje prevalente, equivale a prescindir de qualquer enfoque filosófico e naufragar nas águas sempre mutáveis do relativismo. Nada tem um valor consistente, tudo depende do “consenso” dos detentores do poder, movidos a pressões de interesses. Mas se é para falar de consenso democrático, todas as pesquisas, sem exceção, têm sido uma ducha de água fria na estratégia pró-aborto. O brasileiro é contra o aborto. Não se trata apenas de uma opinião, mas de um fato medido em sucessivas pesquisas de opinião. O CFM, representando uma minoria, está promovendo uma ação nitidamente antidemocrática.
Não obstante a força do marketing emocional que apoia as campanhas pró-aborto, é preocupante o veneno antidemocrático que está no fundo dos slogans abortistas. Não se compreende de que modo obteremos uma sociedade mais justa e digna para seres humanos (os adultos) com a morte de outros (as crianças não nascidas).
Além disso, não sei como o Conselho Federal de Medicina consegue articular sua proposta pró-aborto com o juramento hipocrático. A posição da atual diretoria desse conselho, tal como amplamente veiculada pelos meios de comunicação, não parece condizer com o compromisso sobre o qual todos os médicos, velhos ou novos, algum dia juraram. Não creio que o CFM represente o pensamento daqueles que, um dia, prometeram solenemente empenhar sua profissão, seu saber e sua ciência na defesa da vida.

A importância da internet na vida de cada uma das pessoas na atualidade


                                 Por Bruno Lucena.  www.becriativos.com.br                
Em meados de 1980 bastava um modem de 1.200 balds conectado a linha telefônica e um software “craqueado” para se dar as primeiras “surfadas’’ na precursora da internet; as BBS’s, que tinham dentre outras características a incrível capacidade de baixar uma foto a 3Kbytes por segundo. (Só para se ter noção, a internet discada, já era quase 20 vezes mais rápida) e a internet usada hoje por você que está lendo a esse artigo neste momento, provavelmente é 200 vezes mais rápida.
As BBS’s (Bulletin Boards Systems) eram redes locais, utilizadas apenas para troca de informações e mensagens. Começara a partir dai uma “invenção” que causou tamanho impacto em nossas vidas e em nossa sociedade talvez só equiparado à introdução da máquina a vapor no sistema de produção criada por James watt em 1698.
Na década seguinte, tudo que acontecia nas BBS’s e se expandira para World Wide Web, em seguida, no final da década de 90, com o aquecimento da bolha .com, veio a idéia de que qualquer pessoa ou empresa poderia publicar uma página na web, era o suficiente para  impulsionar de vez a rede www.
Em 1999 surgiram os primeiros blogs e com eles a profecia de que um dia tudo se resumiria a Interação.
Raramente, paramos para refletir sobre o impacto da internet em nossas vidas, como já mencionei em outro artigo que escrevi o “O lado científico e sociológico do: Porque investir em Marketing Digital?” nossa geração também é marcada pela familiaridade com a internet e deve ser por isso que nunca fizemos tal reflexão.
Alego que, a internet possui dois grandes propósitos: Aproximar as pessoas e democratizar produtos, serviços e informações.
Tracemos algumas Histórias para compreender os efeitos da internet em nossas vidas.
Imagine o Neto, adolescente, que fora fazer intercâmbio em Londres. Há 20 anos, seus pais, morreriam de saudades e gastariam fortunas em um DDI Recife – Londres. Agora, imagine o mesmo Neto, no mesmo intercâmbio, mas viajando em dias atuais. Graças a um programa, criado por profissionais da Microsoft eles podem não a penas se falar, mas se verem, de graça, todos os dias, a qualquer momento. Pois é, honras a um programa com três letrinhas: MSN.
Agora imagine a Lara, jovem nascida em classes desfavorecidas pela sociedade e que vive em 1960. Para Lara o maior dos objetivos é a obtenção de conhecimento, porém suas fontes: livros, revistas e jornais são caros, parciais e de difícil acesso.
Agora imagine a mesma Lara, com a mesma idade na mesma família, com as mesmas condições sociais só que em 2012. Graças à internet, a expansão de Lan Houses e ao Google basta apenas duas coisas para Lara ter o mundo nas mãos: Escolher sobre o que quer pesquisar e fazer sua leitura. E tudo ainda pode ser compartilhado, indicado e expandido graças à explosão das chamadas redes sociais.
Olhando por este ângulo notamos que a internet democratiza as informações, tornando-se assim fundamental para construção de uma sociedade mais igualitária.
Agora imagine os benefícios da internet quanto à aquisição de produtos e serviços. Há pouco tempo atrás ter um Nutricionista era um “serviço/bem de luxo”. Surfando nessa fantástica rede, descobri que um website , que lhe fornece um Nutricionista on line, com planos que começam a partir de R$ 30,00 reais mensais.
Sem mais delongas caros leitores a internet não é só uma ferramenta de diversão e trabalho, ela é muito mais do que isso: Proporciona igualdade através do fornecimento de conhecimento e democratização serviços e produtos.
E ainda mais, tudo isso sem gerar nenhuma poluição ambiental.
Sem dúvidas, ela é uma grande cidadã.

A economia poderá fazer o governo refém


Por Murillo de Aragão é cientista político e presidente da Arko Advice Pesquisas
 Tal ameaça se evidencia pelo aumento de críticas às iniciativas do Executivo, bem como à sua incapacidade de fazer a economia funcionar com mais vigor e, ainda, à possibilidade de a inflação continuar a subir.
E isso é tudo o que o governo não gostaria de enfrentar no início da campanha eleitoral à presidência da República. Mesmo que previsões negativas não se concretizem, os países costumam ser profundamente afetados por expectativas.
Além de gerenciarem medidas concretas destinadas a aquecer a economia, governos devem gerenciar expectativas. Como fazê-lo? Não é tarefa simples em um país como o Brasil.
Primeiro, pelo fato inconteste de que, aqui, o governo ainda é maior que a sociedade. Tal fato coloca a sociedade em posição subalterna nas suas relações com o poder constituído. E a disposição do Executivo de ouvi-la é afetada por esse desequilíbrio histórico.
O governo age para tutelar a sociedade e não para servi-la. E age em muitas frentes. Temos o governo empreendedor. O governo financiador. O governo regulador. O governo que faz as leis. No final das contas, as prioridades são definidas pelos interesses múltiplos do governo e não da sociedade.
O segundo aspecto é que o governo atual restabeleceu uma prática histórica de ser pouco transparente e muito voluntarista. As decisões recentes no campo da infraestrutura são provas desse voluntarismo.
Mesmo quando tinha razão, como na questão da renovação das concessões de energia, o Planalto não soube ou não quis dialogar de forma adequada.
O terceiro aspecto reside na baixa condição de reflexão política da imensa maioria do eleitorado, que, satisfeita com o que recebe, pouco critica ou sequer se posiciona de forma clara a respeito do debate político. Com um povo omisso ou desinteressado, a supremacia governamental é ressaltada frente à sociedade civil.
Infelizmente, temos ingredientes conjunturais e questões de fundo que podem facilitar uma crise de confiança. E a consequência será nefasta. Projetos adiados. Maior dificuldade em obter investidores nacionais e estrangeiros para obras de infraestrutura. Demora para fazer o país decolar, ainda que as condições sejam excepcionais para tal.
Apesar das boas intenções, materializadas em investimentos e oportunidades em infraestrutura, na queda das taxas de juros e na oferta abundante de crédito, bem como nas desonerações setoriais, o diálogo não é suficiente e existe pouca disposição para ouvir. Essa é a parte essencial para o gerenciamento das expectativas.
É evidente que essa tendência negativa pode ser revertida, antes que possa prejudicar o desempenho eleitoral da presidente Dilma Rousseff na campanha presidencial de 2014. Ainda dá tempo.
No entanto, já é perceptível o crescimento exponencial do prestígio do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), entre o alto empresariado do país. Reflete o crescente desagrado com as expectativas.

Açaifolia 2013 já tem 5 blocos e pode chegar a 10



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Açaifolia – A principal micareta do Sul do Maranhão e a segunda mais importante economicamente do estado deve passar por mudanças neste ano de 2013, a principal é o aparecimento de vários outros blocos para venderleva eu abada para os foliões, segundo informações preliminares a prefeitura na secretaria de Cultura está recebendo inscrição para Blocos que queiram participar da festa.
Alem dos tradicionais Cede Zero e Leva Eu, já garantiu sua inscrição o bloco PIRATAS de propriedade do Vereador Professor Pedro, o bloco Vila hué de propriedade do apresentador Nilton Cesar, e o bloco Beija Eu de propriedade do radialista Arialdo da hora do amado, vários outros já estão se mobilizando para fazer suas inscrições para participar do Açaifolia 2013.
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Mais um carro cai em cratera na vila Ildemar.




ACAILLÂNDIA – Beira a calamidade a situação do pavimento das ruas do principal bairro da cidade que já está solenemente abandonado há 100 WP_000994dias pela administração municipal, neste ultimo fim de semana mais um carro cai na mesma cratera que a semanas atrás um outro veiculo já tinha caído, (Relembre aqui)como a prefeitura não tomou nem uma providencia a cratera em umas das ruas principais do bairro vem só crescendo e dando prejuízo aos populares que quase todos os dias caem com carros motos e bicicletas nas crateras criadas pela falta de manutenção do pavimento bloquetico do maior bairro da cidade.
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