sábado, 29 de junho de 2013

É necessário que tenha uma discussão forte com a sociedade para que depois se realize a reforma política

Uma das principais aspirações da sociedade hoje é a concretização de uma verdadeira reforma política – partidária e eleitoral – que faça a nossa representação parlamentar ser ética, transparente e mais alinhada com o bem comum do que a interesses privados de ocasião. Com isso, nossos políticos, que sempre postergaram indefinidamente a reforma, resolveram sair de cambulhada, aprovando leis que estavam engavetadas há anos. Um bom exemplo é a nova norma legal que trata a corrupção como crime hediondo. Apresentado em 2001, o projeto de lei estava esquecido pelo Congresso Nacional, quando foi rapidamente “ressuscitado” e aprovado em tempo recorde.
Agora a ideia é a realização de um plebiscito para que a própria sociedade decida sobre alguns pontos da reforma política. Até a semana que vem, nossos políticos estarão debatendo quais os pontos que merecem ser levados à sociedade, o que de imediato deixou várias organizações da sociedade civil bastante preocupadas.
Um dos grupos que há mais tempo defende uma ampla reforma política divulgou esta semana um comunicado sobre essa ideia de plebiscito. Para a Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma Política, uma articulação entre 39 redes que representam pelo menos 900 grupos e organizações sociais em todo o país, um plebiscito poderia muito bem funcionar para uma reforma democrática de fato. Mas é fundamental que não se deixe a sociedade longe do processo de decisão sobre os principais temas a serem apresentados. E, principalmente, é preciso que se dê um tempo maior para que todos possam compreender bem claramente alguns dos itens, por si só muito complexos. Assim, o movimento defende que se realize antes uma Conferência Nacional da Reforma Política com o objetivo de definir junto com a sociedade os temas e as perguntas que vão constar no plebiscito.
Faz sentido. Afinal, a reforma política não pode tratar apenas de voto distrital ou misto, lista fechada ou aberta, coligações partidárias ou financiamento de campanhas. Existe um sem número de outros temas que precisamos enfrentar com urgência, como a cláusula de barreira para evitar os partidos políticos de aluguel, o fortalecimento da democracia direta através plebiscitos e referendos, a simplificação de todo o processo de aprovação de projetos de lei de iniciativa popular, o “recall” do político que não satisfizer exigências mínimas de desempenho e ética no decurso do mandato, o fim dos suplentes de senador, em geral apaniguados políticos ou mesmo financiadores de campanhas eleitorais.
Por exemplo, não há como implantar financiamento público de campanhas eleitorais para um sistema de lista aberta de candidatos. Nas últimas eleições, tivemos perto de 450 mil candidatos. Se o financiamento dessas campanhas fosse exclusivamente público, evidentemente o Tesouro Nacional não teria dinheiro para bancar todas as campanhas. Por outro lado, o financiamento privado de hoje permite que pessoas jurídicas de todos os portes fiquem “donas” das campanhas e, por consequência, do mandato do candidato. Como garantir que, após eleito, o político não se sinta coagido a recompensar seus patrocinadores?
Estes são apenas alguns exemplos. Sair correndo, e fazer um plebiscito sem a devida discussão com a sociedade, pode atrapalhar mais do que fortalecer a consciência de cidadania no país.
Vale conferir o manifesto da Plataforma e refletir bem sobre que tipo de discussão nossos políticos querem trazer para a sociedade.
Por Jorge Maranhão é publicitário, consultor e escritor.

Criança de três anos morre em acidente de transito quando andava sentada tanque da moto


Uma tragédia no transito aconteceu as 18:00 horas de sexta feira 28/06 na estrada que liga Porto Franco a São João do Paraíso, distante 142 km de Imperatriz, uma criança de três anos, Pricila Ramos dos Santos, andava de moto com a mãe e o padrasto, em uma curva bastante fechada já chegando em São João do Paraíso, o padrasto João Almilcar Leal Ribeiro, 30 anos que pilotava a moto perdeu o controle e chocou na traseira de uma carreta que transportava gado.
Pricila Ramos estava sentada no tanque da moto bros e João Almilcar que pilotava morreram no local, Polyana Ramos, mãe da criança que ia garupa teve fraturas no braço, perna e varias escoriações pelo corpo, o rabecão do IML trouxe os corpos para IML em Imperatriz, a mãe da criança encontra internada no Socorrão mas fora de risco de morte.

Taxi tomado de assalto em Imperatriz é encontrado em Dom Elizeu


Foi localizado quinta feira no município de Dom Elizeu(PA) o táxi de propriedade de Eliel Ferreira dos Santos, tomado de assalto dia 22 de junho por dois elementos armado de pistola,por volta das 11 hora e 30 minutos, os passageiros pegaram o veiculo próximo a antiga rodoviária com destino ao bairro Coco Grande, próximo a Fachinni onde la anunciaram o assalto, na estrada da Vila Conceição colocaram o taxista no bagageiro e seguiram sentido a cidade Cidelândia, ao pararem o táxi numa estrada vicinal o taxista abriu o porta mala e conseguiu fugir, os assaltantes chegaram e efetuar dois tiros contra o taxista que corria dentro do matagal.
O táxi estava abandonado numa estrada vicinal próximo a cidade de Dom Elizeu, os assaltantes levaram os quatro pneus novos e o som do carro, o proprietário encontrou no porta mala do veiculo uma pedra de crack, a suspeita e que os elementos tenha roubado o veiculo para fazer o transporte de droga, porque dificilmente a policia faz abordagens em táxi,outro detalhe que chamou a atenção e tanto de km rodados, aproximadamente 1.200 km.

Rapaz é assassinado a tiros e suspeitos do crime são presos pela policia militar


Pela terceiro sábado seguido é registrado assassinatos em Imperatriz, o crime deste sábado aconteceu por volta das 4:00 horas da madrugada, Wanderson Costa dos Santos, 18 anos foi morto com vários disparos de arma de fogo na Rua Miguel Bauri, Bairro Santa Rita. a vitima estava retornado de uma casa noturna na Avenida Industrial.
A Policia Militar descobriu Wanderson teria se envolvido em uma confusão quando saia da festa, a policia caiu em campo e conseguiu prender duas pessoas suspeitos do crime devido os mesmo terem brigado com a vitima, Maksuel Araujo Franco, 19 anos, foi preso e o cunhado das inicias A.S.C, 17 foi aprendido na mesma residencia no Bairro Novo Horizonte, Maksuel já esteve preso acusado de tentativa de homicídio.
Exame residuográfico em Maksuel contatou presencia de pólvora, o menor foi levado para ICRIM para submeter ao mesmo exame, os dois estão sendo ouvidos pelo Delegado de Plantão Josenildo e depois serão feitos os procedimentos legais.

Em vinte dias a avaliação positiva do governo Dilma cai 27 pontos pecentuais


Pesquisa Datafolha finalizada em 28/06/2013 mostra que a popularidade da presidente Dilma Rousseff desmoronou. A avaliação positiva do governo da petista caiu 27 pontos em três semanas.
Hoje, 30% dos brasileiros consideram a gestão Dilma boa ou ótima. Na primeira semana de junho, antes da onda de protestos que irradiou pelo país, a aprovação era de 57%. Em março, seu melhor momento, o índice era mais que o dobro do atual, 65%.
A queda de Dilma é a maior redução de aprovação de um presidente entre uma pesquisa e outra desde o plano econômico do então presidente Fernando Collor de Mello, em 1990, quando a poupança dos brasileiros foi confiscada.
Naquela ocasião, entre março, imediatamente antes da posse, e junho, a queda foi de 35 pontos (71% para 36%).
Em relação a pesquisa anterior, o total de brasileiros que julga a gestão Dilma como ruim ou péssima foi de 9% para 25%. Numa escala de 0 a 10, a nota média da presidente caiu de 7,1 para 5,8.
Neste mês, Dilma perdeu sempre mais de 20 pontos em todas regiões do país e em todos os recortes de idade, renda e escolaridade.
O Datafolha perguntou sobre o desempenho de Dilma frente aos protestos. Para 32%, sua postura foi ótima ou boa; 38% julgaram como regular; outros 26% avaliaram como ruim ou péssima.
Após o início das manifestações, Dilma fez um pronunciamento em cadeia de TV e propôs um pacto aos governantes, que inclui um plebiscito para a reforma política. A pesquisa mostra apoio à ideia.
A deterioração das expectativas em relação a economia também ajuda a explicar a queda da aprovação da presidente. A avaliação positiva da gestão econômica caiu de 49% para 27%.
A expectativa de que a inflação vai aumentar continua em alta. Foi de 51% para 54%. Para 44% o desemprego vai crescer, ante 36% na pesquisa anterior. E para 38%, o poder de compra do salário vai cair –antes eram 27%.
Os atuais 30% de aprovação de Dilma coincidem, dentro da margem de erro, com o pior índice do ex-presidente Lula. Em dezembro de 2005, ano do escândalo do mensalão, ele tinha 28%.
Com Fernando Henrique Cardoso (PSDB), a pior fase foi em setembro de 1999, com 13%.
Em dois dias, o Datafolha ouviu 4.717 pessoas em 196 municípios. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos.
Por Ricardo Mendonça, da Folha de São Paulo.

As péssimas aplicações do Postalis geram prejuízo para os trabalhadores dos Correios e para toda a sociedade


O Plano de Previdência dos empregados dos Correios (Postalis) não tem tido muito sucesso em suas aplicações dos recursos dos trabalhadores da empresa e de toda a sociedade brasileira. Como os Correios participam com 50% das receitas do Postalis, parte dos resultados negativos das aplicações que geram prejuízos recai sobre o povo brasileiro, independentemente de ser empregado ou dos Correios.
Nos últimos 2 anos (2011 e 2012) o plano BD do Postalis gerou um déficit de quase R$ 1 Bilhão, sendo que, deste montante, quase R$ 700 milhões decorrentes de insucessos nas aplicações do Instituto.
É importante destacar que neste mesmo período, segundo informações publicadas pela ABRAPP, as aplicações dos fundos de pensão renderam em média 26,7% (9,8% em 2011 e 15,37% em 2012), ao passo que os investimentos do PBD do Postalis renderam apenas 11,8% (4,39% em 2011 e 7,12% em 2012), percentual insuficiente para, sequer, repor as perdas inflacionárias do período que, à luz do INPC, foram de 12,6% (6,07 em 2011 e 6,19 em 2012). Não menos trágica é a situação do Postalprev que rendeu no referido biênio parcos 10,8% (12,67% em 2011 e -1,63% em 2012).
A Auditoria presencial da PREVIC, em 2012, resultou em 12 Autos de Infração apresentados ao Postalis que foram contestados pelos Autuados e até a presente data não houve decisão da Diretoria Colegiada da PREVIC.
No dia 16 de abril de 2013, aconteceu uma reunião a portas fechadas na Sede dos CORREIOS em São Paulo, momento em que foi informado que o DEFICIT do POSTALIS chegou a 1 bilhão de reais, e déficit do POSTAL PREV que foi criado há 5 anos já está na casa de R$ 300.000,00. Seria isto causado por pura incompetência ou há mais coisas escondidas?
Chegou-se a espalhar que Luiz Gushiken, conhecido pela influência em fundos de pensão, seria “padrinho” do banco BVA. É a empresa do Gushiken, Globalprev que dá as cartas no Postalis. Depois de o BVA crescer 980% em apenas três anos é liquidado pelo Banco Central e o Postalis anuncia que tinha investimentos no BVA. Não chamaria isso de coincidência, mas de azar, azar nosso, dos participantes. Todo o mercado já anunciava que o BVA era mico, menos para o Postalis, é mesmo muito azar… o nosso.
Para evitar a quebra total e o escândalo (mais um neste Brasil), foi imposta uma cobrança chamada de contribuição extraordinária na casa de 3,94% de cada empregado, que é descontada na fonte e repassada ao POSTALIS, para tapar o rombo.
Na reunião que aconteceu no dia 16/04/2013, foi dito que as investigações sobre as aplicações no exterior estão sobre segredo de justiça e não poderiam ser divulgadas. Da mesma forma foi questionado sobre as aplicações, sobre as informações atuariais, sobre as ações e aplicações, enfim,
sobre tudo que não é divulgado para os maiores interessados e que, por definição, seria obrigação da Diretoria fazê-lo. As informações simplesmente somem, assim como o dinheiro que depositamos no POSTALIS.
É imprescindível apurar o que ocorre nos subterrâneos do Fundo de Pensão dos Correios, pois a Diretoria ao ser questionada nunca sabe de nada, não sabe informar, diz que não sabia e que desconhece os fatos.
É preciso responsabilizar essas pessoas, que haja o inclusive confisco de bens daqueles que foram os responsáveis por tamanhos problemas, de forma que o patrimônio financeiro seja restabelecido com o mínimo possível de prejuízos.

Considerações a respeito da pesquisa do Datafolha sobre a aprovação ao governo Dilma

Algumas considerações sobre a pesquisa Datafolha registrando queda de popularidade de Dilma Rousseff.
Foi uma bela queda, mas Inês não é morta.
O que ocorreria se o Datafolha incluísse em sua pesquisa a avaliação sobre outros personagens da política: Geraldo Alckmin, Antônio Anastasia, Sergio Cabral, PT, PSDB, Aécio Neves, Congresso, STF? Todos registrariam queda similar. Foi o mundo político que desabou, não apenas um personagem ou outro. Obviamente, o personagem maior – a presidente – está exposta a desgaste maior.
Esta semana, pesquisa similar ao da Datafolha – contratado por um grupo de empreiteiras – revelou o seguinte:
  1. Queda de Dilma e Alckmin, Dilma um pouco mais, Alckmin um pouco menos.
  2. Queda expressiva tanto do PT quanto do PSDB. Incluindo aí o presidenciável Aécio Neves.
  3. Quem ganha são apenas Marina Silva, que sobe um pouco e Lula, que sobe mais – tanto na avaliação pessoal quanto do seu governo.
Chama atenção, no entanto alguns aspectos da pesquisa Datafolha:
  1. Mesmo tendo desabado, os índices de Dilma ainda são positivos. A maior parte dos que saíram do campo do ÓTIMO e BOM migrou para REGULAR. Agora, são 25% de RUIM e PÉSSIMO – um salto expressivo, ante os 9% da última pesquisa. Mas são 43% de REGULAR e 30% de ÓTIMO e BOM.
  2. O Datafolha omitiu a aprovação pessoal de Dilma. Como existe proporcionalidade entre a nota e a aprovação, analistas estimam que possa estar entre 55% e 58%.
  3. Em relação aos passos pós-crise, dois pontos a favor de Dilma. Em relação ao comportamento de Dilma frente aos protestos, 26% avaliaram como RUIM e PÉSSIMA contra 32% de ÓTIMA ou BOA e 36% de REGULAR. E 68% aprovaram a ideia do plebiscito.
Em suma, a bola continua com Dilma. Passado o impacto emocional das passeatas, sua maior ou menor aprovação dependerá de seus próximos passos. Se conseguir reestruturar seu governo e dar provas maiúsculas de melhoria de gestão e de interlocução, supera o momento. Se não conseguir, seu governo irá se arrastar até as eleições.
Por Luis Nassif.  www.advivo.com.br/