sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Jovem de Imperatriz entre as vítimas do Incêndio da ‘Boate Kiss’ no RS



Aline KISSImperatriz – Aline Henriques Maia (anos), é uma das vítimas da ‘Boate Kiss’, de Santa Maria, que está internada no Hospital São Francisco, na cidade gaúcha.
Ela nasceu em Imperatriz, mas mora há 15 anos em Santa Maria. Sua família também não reside mais em Imperatriz há algum tempo. Mora agora em Marabá, no Pará.
A produção da TV Difusora Sul mostrou ontem (31/01), no Jornal da Difusora edição do meio dia, a foto de Aline publicada no Facebook, e apresentou em primeira mão as condições de saúde de Aline.
Aline, que é formada em Publicidade e Propaganda, foi à boate em companhia do marido Francisco Godinho Pinto, que aparentemente não sofreu com a fumaça ou com o incêndio na boate. O casal tem uma filha de seis anos.
Ela está internada por conta da fumaça, assim como mais de 70 pessoas que foram distribuídas em diferentes hospitais do Rio Grande do Sul, inclusive em Porto Alegre.
Do site do sistema Difusora

Frentista morre em acidente na Avenida Newton Bello



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Uma tragédia aconteceu nessa quinta-feira (31) em Imperatriz com a morte violenta da frentista Rosirene Sales Mourão, 37 anos, que era moradora da Rua São Luís, bairro Sumaré. O trágico acidente aconteceu por volta de 11h30 de ontem na Avenida Newton Bello, bairro Santa Inês.
Segundo informações de testemunhas, um carroceiro preparava-se para colocar uma porta em cima da carroça quando o cavalo se assustou e desembestou com a carroça. Rosirene estava no horário de almoço e se dirigia para sua casa conduzindo a motocicleta Honda BIZ, cor vermelha, placa NFM-1388 Luiziânia (GO), quando foi surpreendida pela carroça, que passou por cima dela e da motocicleta, sendo que esta ficou presa debaixo do veículo de tração animal. A vítima foi arrastada pela carroça com o cavalo desembestado por cerca de 50 metros. A motocicleta ficou totalmente destruída.
Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi ao local e ainda prestou socorro a Rosirene, mas ela não resistiu às lesões sofridas e morreu ainda no local. Segundo informações, ela sofreu pluritraumatismo, o que ocasionou sua morte.
O cavalo continuou em alta velocidade rumo ao bairro Nova Imperatriz e somente foi dominado a cerca de mais de 1 km do local.
A Polícia Militar não esteve no local e, por esse motivo, pelo menos até o início da noite de ontem, nenhuma ocorrência sobre esse grave caso havia sido registrada.
Rosirene trabalhava como frentista em um posto de combustíveis localizado na Rua Benedito Leite com Coriolano Milhomem e ainda era membro de uma banda de música que toca frevo. Rosirene era casada com Ademir e deixou dois filhos menores.

MENORES APREENDIDOS COM MOTO ROUBADA



 ESSE DO MEIO É RENILSON DA CRUZ  SILVA, 18 ANOS DE IDAD, O DA DIERTA É MENOR DAS INICIAIS  E.C.S. DE 16 ANOS DE IDADE, E DA ESQUERDA É MENOR DAS INICIAIS E.M.S. 15 ANOS DE IDADE. 

                                       ESSE ACIMA E O MENOR DAS INICIAIS P.H.M.S, QUE AFIMRMOU TE TOMADO ESSA MOTO BROS DE ASSALTO

 NA RESIDENCIA DOS MENORES FOI ENCONTRADO DUAS ESPINGARDA DE FRABRICAÇÃO CASEIRA
                       COMO VCS PODEM OBSERVAR  A MOTO JÁ ESTAVA SEM PLACA....
NO DIA 01-02-2013 POR 02HS DA MADRUGADA OS POLICIAIS APRESENTARAM ESSES JOVENS CITADO ACIMA, COM UMA MOTO BROS QUE TINHA SIDO TOMADA DE ASSALTO UMAS 3 HORAS ATRÁS, TUDO ACONTECEU QUANDO ALGUÉM DENUNCIOU NO (190) , QUANDO ELES ESTAVAM COLOCANDO UMA MOTO DENTRO DE SUA CASA. A POLICIA FOI AO LOCAL E CONSTATOU  QUE A MOTO ERA A MESMA QUE TINHA SIDO TOMADA  DE ASSALTO HORAS A TRÁS.
O SARGENTO LSENA, E SEU COMPANHEIRO  SOLDADO CASTRO FIZERAM APRESENTAÇÃO DOS MESMO NO PLANTÃO CENTRAL DE POLICIA  DE IMPERATRIZ.

Justiça absolve Marisa em caso de trabalho escravo

Juíza não considera a empresa responsável pelos trabalhadores da oficina terceirizada flagrada com funcionários em condições análogas à escravidão. União deve recorrer
Por Stefano Wrobleski | Categoria(s): Notícias
A juíza Andréa Grossmann, do Tribunal do Trabalho de São Paulo (TRT-SP), absolveu a Lojas Marisa no caso de trabalho escravo flagrado em 2010 em uma oficina de costura que produzia para a rede varejista. A decisão é em primeira instância.
A empresa, uma das maiores do ramo, terceiriza a produção de suas roupas e demais peças para várias oficinas. Foi numa delas, a Indústria de Comércio e Roupas CSV Ltda., com sede na capital paulista, onde foram encontrados 16 bolivianos produzindo em condições análogas às de escravos.
Trabalhadores em oficina que produzia para a Marisa
Oficina de costura fiscalizada produzia peças femininas para a Marisa (Foto: Maurício Hashizume)
A Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE-SP), que fez a fiscalização, sustenta que a empresa deveria ser responsabilizada por todas as etapas de sua cadeia produtiva. Para a SRTE-SP, um agravante é o fato de que 94% da produção da oficina era destinada à Marisa. A empresa, então, entrou na Justiça contra a União pedindo a anulação dos autos de infração produzidos com base nos resultados da fiscalização.
Andréa argumentou na sentença que, como não havia vínculo de emprego entre a Marisa e os trabalhadores da oficina, a responsabilidade não pode recair sobre a empresa. A juíza disse ainda que o fiscal de trabalho afrontou a legislação trabalhista, já que ele “extrapolou a sua competência de fiscalização ao considerar a relação de terceirização como se de emprego fosse”.
Em comunicado à imprensa, a empresa disse estar “satisfeita” com a decisão. Ela destacou ainda que vem realizando auditorias independentes e periódicas na cadeia produtiva de seus fornecedores e exige a correção imediata de irregularidades.
Já o SRTE-SP declarou esperar “que a empresa Marisa Lojas S.A. não retroceda em seu processo de acompanhamento da rede de fornecedores, implementado após as autuações impostas pela fiscalização”.
A Advocacia-Geral da União (AGU) ainda não foi intimada da decisão. No entanto, Lia Meneleu Finza Favali, advogada da AGU, já havia declarado à Repórter Brasil que a União recorreria da sentença caso fosse desfavorável.
Por Repórter Brasil

Três são denunciados por trabalho escravo no cultivo de cana em SP



Segundo o Ministério Público, 24 trabalhadores viviam em condições indignas de acomodação, higiene e alimentação
Fausto Macedo, de O Estado de S. Paulo | Categoria(s): Clipping
O Ministério Público Federal em Jales (SP) denunciou os sócios administradores da Serviços Agrícolas de Monte Aprazível Ltda (CNA) Marco Antonio Inestroza, que é natural de Honduras, e Adelicio Francisco de Souza por manter em condição análoga à de escravos 24 trabalhadores que atuavam no cultivo de cana-de-açúcar nas cidades de Urânia, São Francisco e Fernandópolis, no interior do Estado.
Também foi denunciado Marco Antonio Inestroza Júnior, que segundo o Ministério Público Federal se associou ao pai e ao seu sócio para a prática dos crimes.
A ação é de autoria do procurador da República Thiago Lacerda Nobre e foi levada à Justiça Federal nesta segunda-feira, 28 de janeiro, Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo.
Segundo a acusação, os trabalhadores eram submetidos a “jornadas de trabalho exaustivas e a condições degradantes de trabalho”. Mediante fraude, aponta o Ministério Público Federal, os empresários frustravam direitos trabalhistas.
Os acusados teriam aliciado trabalhadores de um local para outro do território nacional. Os trabalhadores, entre eles um menor de idade, eram originários da Bahia e do Maranhão.
Os denunciados estimulavam as contratações “enaltecendo as boas condições de serviço e as acomodações que seriam fornecidas aos trabalhadores”, diz a acusação. Eram oferecidas moradia, mobília, alimentação, água e luz, bem como registro na Carteira de Trabalho. As promessas, entretanto, não foram cumpridas.
Em março de 2010, fiscalização realizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, com o apoio da Polícia Civil, encontrou trabalhadores rurais da CNA alojados na cidade de Urânia. “Eles se encontravam em condições indignas de acomodação, higiene e alimentação, em nítida violação à dignidade humana”, sustenta o Ministério Público Federal. “Além de serem acomodados de forma indigna, eles eram transportados até os locais de trabalho, propriedades rurais em Fernandópolis e São Francisco, em um ônibus em péssimas condições de segurança, conservação e tráfego.”
Os denunciados também retiveram indevidamente a carteira de trabalho dos empregados por cerca de um mês após as contratações. De acordo com a legislação trabalhista, o prazo máximo para que o empregador restitua a carteira de trabalho do trabalhador é de 48 horas após a contratação, com as devidas anotações.

Produção de hortaliças com agrotóxicos empregava trabalho escravo



Grupo de 12 vítimas cumpria jornada exaustiva, aplicava defensivos agrícolas sem proteção e recebia apenas uma das refeições do dia
Por Guilherme Zocchio | Categoria(s): Notícias
Uma pequena propriedade localizada na zona rural de Goiânia (GO), chamada Fazenda Palmito, foi flagrada explorando 12 trabalhadores em condições análogas às de escravo por uma fiscalização da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Goiás (SRTE/GO), ocorrida no dia 21. As vítimas cultivavam pés de alface, couve, brócolis e outros tipos de folhagens sem a garantia de condições trabalhistas mínimas. Os funcionários eram expostos a agrotóxicos e sujeitos a jornadas exaustivas. Parte da plantação das verduras tinha como destino as feiras-livres de municípios no entorno da capital do Estado.
“O manuseio de agrotóxicos sem nenhum tipo de proteção era um dos fatos mais graves. No caso de hortaliças, é sabido que o uso de veneno é maior do que nas lavouras consideradas extensivas”, destaca Valdiviano Vieira da Silva, superintendente substituto da SRTE/GO, que enviou os auditores fiscais responsáveis por coordenar essa operação. Também participaram agentes da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público do Trabalho (MPT).
Vítimas trabalhavam agachados durante horas para colher produção de hortaliças (Fotos: MTE)
Vítimas trabalhavam agachadas durante horas na colheita (Fotos: SRTE/GO)
A fiscalização encontrou e libertou as 12 vítimas, todos homens adultos, que trabalhavam sujeitos a condições degradantes, na colheita das hortaliças ou na aplicação de agrotóxicos sem terem recebido treinamento e os equipamentos de proteção individual (EPIs) adequados. A jornada que cumpriam costumava extrapolar mais de 12 horas por dia — mais do que o permitido pelas leis trabalhistas — e não contava com o ressarcimento do valor referente às horas extras no serviço.
“O trabalho em hortaliças costuma acontecer com o trabalhador curvado ou agachado, então, o próprio fato de extrapolar essas condições já é grave”, reforça Valdiviano, que também é agrônomo e auditor-fiscal do trabalho, à Repórter Brasil. Segundo o membro da SRTE/GO, o excesso de horas na jornada poderia também causar problemas de saúde às vítimas. Foram mais de 20 autos de infração flagrados, que envolviam desde o trabalho sem carteira assinada até o não fornecimento de água potável ou da quantidade de refeições necessárias pelo empregador aos 12 libertados.
As vítimas apenas recebiam o almoço e tinham de providenciar por conta própria o café da manhã e o jantar. Outro problema que configurava a situação degradante era o alojamento. O chão era de terra batida e apresentava problemas de segurança, como a fiação exposta e camas em mau estado, com colchões estragados.
Promessa de bons salários
Sem saber das condições que os aguardavam, os trabalhadores teriam chegado à Fazenda Palmito com a promessa de receberem bons salários. Uma parte do grupo libertado, quatro das vítimas, fora aliciada pelo próprio empregador na cidade de Formoso (MG), município na divisa entre Minas Gerais e Goiás. Segundo a fiscalização, não havia a participação clara de um “gato” — nome dado à figura responsável por trazer pessoas para o trabalho análogo ao de escravo. A outra parte do grupo, os oito empregados restantes, viera do entorno da própria cidade de Goiânia (GO).
Interior do alojamento onde o grupo de trabalhadores dormia
Interior do alojamento onde o grupo dormia
O empregador não teve o nome revelado a pedido da SRTE/GO, para não interferir no processo administrativo ao qual responderá. Os fiscais do trabalho o notificaram para que efetuasse o pagamento das verbas rescisórias de todos os 12 libertados — um total de R$ 48.565 (quarenta e oito mil quinhentos e sessenta e cinco reais) — e providenciasse o retorno do grupo de quatro trabalhadores à cidade de Formoso (MG). De acordo com Valdiviano, porém, o empregador alegou que não tinha condições financeiras e, por isso, pagou apenas uma parte do valor da rescisão. Foram emitidas 12 guias de seguro-desemprego.
A produção da Fazenda Palmito ocorria em um terreno arrendado pelo empregador. Segundo os fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a área era pequena para uma propriedade rural no Estado e apresentava características de agricultura familiar.
Alpiniano do Prado Lopes, procurador do MPT em Goiás, disse à Repórter Brasil que, por causa do flagrante, preferiu não firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Além disso, sinalizou que pode abrir um processo trabalhista. “Como o empregador não queria reconhecer a situação de trabalho escravo, e as condições eram muito ruins, estou avaliando entrar com uma ação civil pública”, explicou.
Por outro lado, o membro da Procuradoria Regional do Trabalho da 18ª Região (PRT-18) crê na tentativa de um acordo entre as partes e se mostra mais favorável a tentar resolver a situação em uma audiência. “Por se tratar do caso de uma pequena propriedade, com agricultura familiar, e pelo fato de o empregador mostrar não ter condições de arcar com as verbas, é melhor proceder dessa forma”, completou.
Por Repórter Brasil

HOMEM É MORTO A TIROS NA VILA MUTIRÃO



NO DIA 31/01/2013 POR VOLTA 21HS ACONTECEU MAIS UM ASSASSINATO EM IMPERATRIZ A VITIMA MÁRCIO SANTOS SOUSA, 37 ANOS, O MESMO FOI ALVEJADO COM 3  TIROS, SENDO UM COSTAS, OUTRO NO BRAÇO ESQUERDO, E OUTRO NA REGIÃO DO TORAXI DE RASPÃO..A VITIMA TINHA SIDO PRESO NO DIA 28-11-2012 ACUSADO DE TRAFICO ....... VEJA MATÉRIA ABAIXO,..........

O CRIME ACONTECEU NA VILA MUTIRÃO NA RUA BOA ESPERANÇA....




NO DIA 28-11-2012 A POLICIA MILITAR ESTOURA  MAIS UMA " BOCA DE FUMO"  NO PARQUE AMAZONAS NA RUA RIO VERDE E APREENDEU  UM REVOLVER CALIBRE 38 ,  MUITAS MUNIÇÕES, DROGAS, E UMA GRANDE QUANTIA DE PEDRAS DE CRACK, E UMA QUANTIA  DE 3.537,00 REAIS . APREENSÃO OCORREU NA RESIDÊNCIA DE MESMO AFIRMOU QUE VENDIA DROGAS PARA MÁRCIO. A POLICIA MILITAR APRESENTOU MÁRCIO SANTOS SOUSA, FOI PRESO TAMBÉM DAMIÃO DA CONCEIÇÃO SILVA, OOS DOIS ACUSADOS NO PLANTÃO CENTRAL DE POLICIA CIVIL DE  IMPERATRIZ, JUNTAMENTE COM TUDO QUE FOI APREENDIDO.